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E-commerce: 13,2 mi de brasileiros compraram online em 2008, diz e-bit
Por Daniela Braun, editora-executiva do IDG Now!
Publicada em 17 de março de 2009 às 11h01
Atualizada em 17 de março de 2009 às 16h52
São Paulo - Alimentado pela crescente participação das mulheres, e-commerce deverá ultrapassar marca dos 15 milhões de consumidores no 1° semestre.
O número de consumidores brasileiros que comparam pela internet chegou a 13,2 milhões em 2008, aumento de 39% em relação a 2007, segundo dados da 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit e divulgado nesta terça-feira (17/03).
O volume de e-consumidores foi alimentado pela crescente participação da classe C nas compras online. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até 3 mil reais representaram 60% dos novos e-consumidores em 2008. A participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro cresceu de 37% em 2007 para 42% em 2008.
O perfil do consumidor online também passou por modificações. Em 2008, a presença das mulheres ultrapassou a dos homens em volume de compras online e agora representa 51% dos e-consumidores. A participação de internautas com mais de 50 anos de idade também cresceu e representou 19% da base de e-consumidores em 2008.
O e-bit já havia divulgado em janeiro que o e-commerce brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais durante o ano passado, crescimento de 30% em relação a 2007. "O valor ainda seria mais alto (8,6 bilhões de reais) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo", observa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente 10 bilhões de reais.
Agora, a consultoria estima que o setor deverá movimentar 4,2 bilhões de reais até julho, acréscimo de 800 milhões de reais em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A soma do primeiro semestre de 2009 supera o faturamento do e-commerce em todo o ano de 2006, compara Guasti.
Para o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Até o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores online.
CDs e DVDs saem de cena
Entre as categorias mais populares entre os brasileiros em 2008, a de Livros mantém a ponta folgada, com 17% de participação, seguida por Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).
As vendas de CDs e DVDs, que chegaram a representar mais de 40% dos pedidos na internet brasileira no Natal de 2002, registraram menos de 5% de participação no e-commerce em 2008, deixando de figurar entre as categorias mais vendidas no ranking deste ano.
A mudança no hábito do consumidor, reforçada pela pirataria e pelas redes de compartilhamento de arquivos (P2P) colaboraram para a queda nas vendas de CDs e DVDs, nos últimos seis anos, aponta a e-bit. "Houve uma mudança de hábito de consumo [neste segmento]. A realidade é essa. Há um comportamento de compartilhamento entre os consumidores. A indústria deve criar novos modelos para ganhar dinheiro", avalia Pedro Guasti
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/03/17/e-commerce-13-2-mi-de-brasileiros-compraram-online-em-2008-diz-e-bit/
E-Bit - Empresa
Comércio eletrônico brasileiro cresceu 30% em 2008, mostra pesquisa
17/3/2009 G1
Comércio pela rede movimentou R$ 8,2 bilhões no ano, diz consultoria.
Livros mantiveram liderança na preferência dos consumidores.
O volume de compras feitas pela internet no Brasil registrou um crescimento de 30% no ano passado na comparação com 2007, segundo dados divulgados nesta terça-feira (17) pela e-bit, consultoria de comércio eletrônico. A alta, apesar de significativa, foi menor que o crescimento de 43% registrado em 2007 também frente ao ano anterior.
Com a alta de 30%, o total transacionado ficou em R$ 8,2 bilhões em 2008. Segundo o estudo, mais de 13 milhões de brasileiros já fizeram compras pela internet pelo menos uma vez. O valor médio da compra ficou em R$ 328,00.
Entre os produtos mais vendidos, os livros mantiveram a posição de liderança. Já a categoria de saúde, beleza e medicamentos, que havia figurado em quarto lugar em 2007, ficou em segundo lugar na preferência dos consumidores, seguida por informática, que caiu de segundo para terceiro.
Expectativas
Apesar do cenário de crise, o diretor geral da e-bit avalia que já espaço para crescimento do setor este ano. "Certamente veremos o e-commerce evoluir nos próximos anos, porém, de forma mais sutil", diz Pedro Guasti.
Para o primeiro semestre do ano, a estimativa é que o comércio eletrônico movimente R$ 4,5 bilhões, R$ 800 milhões a mais que em relação aos seis primeiros meses do ano passado.
Fonte: http://www.ebitempresa.com.br/home.asp
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